segunda-feira, 16 de março de 2015

PERDÃO, AMOR

Perdão, Amor
Barbara Cartland


CAPÍTULO I
— Henry, pare de bater em Lucy e coma o seu mingau — disse Carmela. — Não quero! Henry era um garoto feio e gordo, de quase sete anos, e na opinião de Carmela
perfeitamente insuportável.
Para provar sua teimosia voltou a bater na irmã, que desatou a chorar. — Pare com isso imediatamente, ouviu? — A moça brigou, sabendo que não ia
adiantar.
Henry pegou a tigela de mingau e de propósito virou-a em cima da toalha. O bebê que estava no berço acordou com o barulho que Lucy fazia e começou a
chorar também.
Carmela estava desanimada. Aqueles dois não tinham remédio. As crianças do vigário deviam ser as mais mal-educadas e intratáveis de toda a
vida.
Sabendo que não ia conseguir nada com Henry e que Lucy continuaria chorando,
foi tirar o bebê do berço, pegando-o no colo.
Nesse momento, a porta se abriu e a esposa do vigário Protestou: — Será que não consegue manter essas crianças sossegadas? Você sabe que
meu marido está tentando escrever o sermão de amanhã.
— Desculpe, sra. Cooper.

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2 comentários:

  1. Muito bom esse romance!
    Mostra que para ser inteligente não precisa ter status e sim uma boa educação!
    A mocinha mostra nesse romance que não devemos aceitar as coisas sem questionar e se impor! Gostei dela!
    É o mocinho apesar de arrogante é um verdadeiro coração mole!

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